quinta-feira, 17 de agosto de 2023

Quando a doença se concentra quase que totalmente na mente ( " Doenças da mente " )

 Organon Sexta Edição- Introdução escrita no ano de 1842.

Parágrafo 215

" Quase todas as chamadas doenças da alma e da mente nada mais são que males físicos, em que o sintoma de perturbação da alma e da mente peculiar a cada uma delas aumenta, ao passo que os sintomas físicos declinam ( com maior ou menor rapidez ), até que, por fim, atinge sua maior parcialidade, quase como se fosse um mal local no sutil órgão invisível da mente ou da alma. "


Parágrafo 216

" Não são raros os casos em que a chamada doença física que ameaça ser fatal- uma supuração pulmonar, ou a deterioração de algum outro órgão nobre, ou qualquer outra moléstia quente ( aguda ), por exemplo, febre puerperal etc., se transforma em loucura, em uma espécie de melancolia ou em fúria, em virtude de rápido aumento dos sintomas mentais que já se achavam presentes, ao que os sintomas físicos perdem todo o seu perigo; estes últimos melhoram ao ponto de quase chegarem a uma cura perfeita, ou então reduzem-se a tal grau que sua obscura presença só pode ser descoberta mediante observação por um médico dotado de perseverança e penetração. Desta forma, tornam-se uma doença local ou, por assim dizer, parcial, em que o sintoma do distúrbio da mente, que era primeiramente apenas ligeiro, aumenta a ponto de se tornar o sintoma principal, e em grande parte ocupa o lugar dos outros sintomas ( físicos ), cuja intensidade vence de forma paliativa, de modo que, em uma palavra, as afecções dos órgãos físicos mais grosseiros são, por assim dizer, transferidas e conduzidas para os órgãos quase espirituais, da mente e emocionais, que o anatomista ainda não alcançou e jamais virá a alcançar com sua lanceta. " Samuel Hahnemann



Reinaldo Massaharu Senaga

Médico Veterinário Homeopata

Atendimento em domicílio nas cidades de São Caetano do Sul, Santo André, São Bernardo do Campo e São Paulo.
e-mail: massahomeopatia@gmail.com

whatsapp: (11) 99921 9447

Instagram rms.homeopatiaveterinaria


Referências bibliográficas:

- Organon da Arte de Curar- Quarta Edição brasileira, 2010- GEHSP. Original Alemão- Sexta Edição  publicada no ano de 1921, Samuel Hahnemann ( 1755- 1843 ).


Ler também:

- Mesmerismo parte 1- https://homeopatiaabc.blogspot.com/2023/08/mesmerismo-parte-1.html

- Mesmerismo parte 2- https://homeopatiaabc.blogspot.com/2023/08/mesmerismo-parte-2.html

- O ideal máximo de cura- https://homeopatiaabc.blogspot.com/2023/08/paragrafo-2-o-ideal-maximo-de-cura.html



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Sobre sintomas mentais na experimentação

 Organon Sexta Edição- Introdução escrita no ano de 1842.


Parágrafo 212

"  O Criador de potências terapêuticas também observou esta característica principal de todas as doenças, os estados de disposição da alma e da mente alterados, pois não há no mundo substância medicinal energética que não altere de modo muito mais fácil de observar, esses estados da alma e da mente no indivíduo são que a experimente, e cada medicamento o faz de modo diverso. " Samuel Hahnemann


Reinaldo Massaharu Senaga

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- Organon da Arte de Curar- Quarta Edição brasileira, 2010- GEHSP. Original Alemão- Sexta Edição  publicada no ano de 1921, Samuel Hahnemann ( 1755- 1843 ).



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Sobre sintomas mentais no paciente

 Organon Sexta Edição- Introdução escrita no ano de 1842.

Parágrafo 210

" À Psora se referem quase todas as moléstias que chamei acima de parciais, as quais parecem ser mais difíceis de curar em virtude desta parcialidade ( já que todos os seus outros sintomas mórbidos desaparecem, por assim dizer, ante o grande, único e proeminente sintoma ). Deste tipo são as chamadas doenças da mente. Contudo, não chegam a constituir uma classe de doença marcadamente separada de todas as outras, já que em todas as demais, assim chamadas moléstias físicas, a disposição da alma e da mente altera-se sempre (*); e em todos os casos de moléstias que devemos curar, o estado de espírito do paciente deve receber atenção especial, como um dos principais dentro da totalidade dos sintomas, a fim de podermos obter o quadro preciso da doença para, a partir dele, podermos tratá-la homeopaticamente com sucesso. " Samuel Hahnemann

" (*) Por exemplo, quantas vezes não nos encontramos diante de pacientes que estão de humor dócil e pacífico, embora tenham sofrido durante anos doenças dolorosíssimas, tanto que o médico vê-se forçado a estimar e condoer-se do doente! Porém, se ele vence o mal, restabelecendo a saúde do paciente, como freqüentemente ocorre na clínica homeopática, muitas vezes se espanta e horroriza à vista da terrível alteração de seu estado de ânimo. Freqüentemente testemunha caso de ingratidão, crueldade, refinada maldade, bem como as piores tendências, e mais degradantes para a humanidade, que constituíam, exatamente, características do paciente antes de adoecer.

  Os que eram pacientes quando sãos, tornam-se às vezes obstinados, violentos, apressados ou mesmo intolerantes e caprichosos, ou impacientes e prepotentes quando adoecem; os que eram castos e pudicos, tornam-se agora luxuriosos e despudorados. Uma pessoa de mente clara freqüentemente fica com o intelecto embotado; enquanto que uma que em circunstâncias normais tem a mente fraca, torna-se mais prudente e pensativa; e uma pessoa lenta em tomar decisões, às vezes, adquire grande presença de espírito e rapidez de decisão etc. "



Reinaldo Massaharu Senaga

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- Organon da Arte de Curar- Quarta Edição brasileira, 2010- GEHSP. Original Alemão- Sexta Edição  publicada no ano de 1921, Samuel Hahnemann ( 1755- 1843 ).



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Mesmerismo Parte 2

 Organon Sexta Edição- Introdução escrita no ano de 1842.

Parágrafo 289

" Todos os métodos mencionados de prática do mesmerismo depende de um influxo de maior ou menor força vital no paciente, e daí serem conhecidos como mesmerismo positivo (*). Contudo, um modo oposto de empregar o mesmerismo, pois produz o efeito contrário, deve ser denominado mesmerismo negativo. A este pertencem os passes empregados para despertar de sono sonambúlico, bem como todos os processos manuais conhecidos pelos nomes de calmar e ventilar. Esta descarga mediante mesmerismo negativo da força vital acumulada em excesso em partes isoladas do organismo de pessoas não debilitadas é mais certa e simplesmente efetuada fazendo-se em movimento rápido com a palma da mão estendida, mantida paralela e a cerca de uns dois centímetros de distância do corpo, desde o alto da cabeça, até a extremidade dos pés (**). Quanto mais rápido for o passe, tanto mais eficiente será a descarga. Assim, por exemplo, no caso de catalepsia em que uma senhora que havia sido sadia (***), pela mera supressão de suas regras em virtude de choque mental, a força vital que é provavelmente acumulada na região precordial foi restaurada em todo o organismo, mediante passes rápidos negativos e de novo a paciente voltou à vida (****). Do mesmo modo, um passe negativo suave e mais lento diminui a inquietação demasiadamente grande e insônia acompanhadas de ansiedade muitas vezes produzida em pessoas muito irritáveis por um passe positivo por demais poderoso etc.

(*) Quando me refiro aqui ao poder curativo e certo do mesmerismo positivo, certamente não me refiro a seu abuso altamente condenável em que mediante passes repetidos desta espécie, continuados durante meia ou uma hora inteira, e mesmo dia após dia, executados em pacientes fracos, nervosos, que resultou na monstruosa revolução do organismo humano que se chama sonambulismo e clarividência, em que o ser humano é destituído do mundo dos sentidos e parece pertencer mais ao mundo dos espíritos - estado este que é altamente anormal e perigoso, método pelo qual muitas vezes se tentou curar em vão doenças crônicas.

(**) É conhecida a regra de que uma pessoa a ser positiva ou negativamente mesmerizada não deva usar tecidos de seda em qualquer parte do corpo; porém o que menos se sabe é o resultado bem superior obtido se o mesmerizador está isolado do solo, colocando debaixo de seus pés uma toalha de seda, graças à qual pode assim em sua plena medida transmitir ao doente o seu fluído, de maneira melhor do que se estiver de pé no chão puro.

(***) Pelo que, um passe negativo, especialmente se for muito rápido, é extremamente prejudicial a uma pessoa delicada afetada de mal crônico e deficiente em força vital.

(****) Um jovem camponês, robusto, de dez anos de idade, recebeu, de manhã, por causa de uma ligeira indisposição, de um mesmerista, diversos passes fortes com as pontas dos polegares, partindo da boca do estômago, para baixo das costelas, ficando instantaneamente pálido como se estivesse morto, e caiu em um estado de inconsciência e imobilidade que nada podia despertar e foi quase dado como morto. Fiz com que seu irão mais velho lhe aplicasse um passe rápido negativo desde o topo da cabeça, sobre o corpo e até os pés, e num instante, recobrou a consciência e sentiu-se bem. " Samuel Hahnemann



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- Organon da Arte de Curar- Quarta Edição brasileira, 2010- GEHSP. Original Alemão- Sexta Edição  publicada no ano de 1921, Samuel Hahnemann ( 1755- 1843 ).



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quarta-feira, 16 de agosto de 2023

Mesmerismo parte 1

 Organon Sexta Edição- Introdução escrita no ano de 1842.

Parágrafo 288

" Creio ainda ser necessário referir-me aqui, ao magnetismo animal como se chama, ou melhor, ao Mesmerismo ( como deveria se chamar, em deferência a Mesmer, seu fundador ) que difere tanto em sua natureza de todos os outros agentes terapêuticos. Esta força curativa, com freqüência tão tolamente negada e desdenhada durante um século, age de diversas maneiras. É um presente maravilhoso incomensurável de Deus, para a humanidade, pelo qual a vontade de uma pessoa bem intencionada sobre um doente, por contato, e mesmo sem este, e até a uma certa distância, pode trazer energia vital do mesmerizador sadio dotado deste poder para outra pessoa, dinamicamente ( assim como um dos pólos de poderoso magneto age sobre uma barra de aço ). Age em parte substituindo no doente, cuja força vital dentro do organismo acha-se deficiente em diversos pontos, e em parte, em outros pontos onde a força vital tenha se acumulado demais gerando desordens nervosas irritantes; ele a desvia, diminui e distribui por igual e, de modo geral, extingue a condição mórbida do princípio vital do paciente, que é substituída pelo normal do mesmerista que age poderosamente sobre ele, como por exemplo, velhas úlceras, amaurose, paralisias parciais etc. Muitas curas rápidas aparentes realizadas em todas as épocas por mesmeristas dotados de grande poder natural, pertencem a essa categoria. O efeito do poder humano comunicado sobre todo o organismo, foi demonstrado magistralmente na reanimação de pessoas que ficavam muito tempo em estado cataléptico, ´pelo poderoso desejo simpático de um homem em pleno gozo da energia vital(*), e dessa espécie de reanimação a história encerra diversos exemplos inegáveis. Se o mesmerista de qualquer sexo, capaz ao mesmo tempo de franco entusiasmo ( mesmo degenerado em carolismo, fanatismo, misticismo ou sonho filantrópico ), tornar-se ainda mais poderoso com esse desempenho filantrópico e abnegado, poderá então dirigir sua vontade ao paciente que solicitou sua colaboração, concentrar nele seu poder psíquico e operar, às vezes, milagres. 

(*)Especialmente numa pessoa como há poucos entre os homens que, dotados de um bom coração e plena força física, possuam um desejo sexual muito reduzido ou completamente ausente, nos quais portanto os delicados espíritos vitais que seriam necessários em todos os homens para o preparo do esperma estejam presentes em quantidade e prontos a se comunicarem através de toque pleno de vontade a outras pessoas. Alguns desses mesmeristas curadores que conheci possuíam todas essas qualidades especiais. "  Samuel Hahnemann


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Referências bibliográficas:

- Organon da Arte de Curar- Quarta Edição brasileira, 2010- GEHSP. Original Alemão- Sexta Edição  publicada no ano de 1921, Samuel Hahnemann ( 1755- 1843 ).



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Parágrafo 2- O ideal máximo de cura.

 Organon Sexta Edição- Introdução escrita no ano de 1842.

" O ideal máximo de cura é o restabelecimento rápido, suave e duradouro da saúde, ou remoção e aniquilamento da doença, em toda a sua extensão, de maneira mais curta, mais segura e menos nociva, agindo por princípios facilmente compreensíveis. " Samuel Hahnemann



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Referências bibliográficas:

- Organon da Arte de Curar- Quarta Edição brasileira, 2010- GEHSP. Original Alemão- Sexta Edição  publicada no ano de 1921, Samuel Hahnemann ( 1755- 1843 ).



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Aparecimento de sintoma novo passageiro

 Organon Sexta Edição- Introdução escrita no ano de 1842

Parágrafo 156

" Não há, contudo, quase nenhum medicamento homeopático, por mais adequadamente escolhido que seja, que, principalmente se administrado em dose insuficientemente pequena, não produza em pacientes muito irritáveis e sensíveis, pelo menos um distúrbio pequeno inabitual, algum sintoma novo e ligeiro, enquanto perdurar o seu efeito; pois é quase impossível que o medicamento e a doença cubram um ao outro, sintomaticamente, tão exatamente como dois triângulos de lado e ângulos iguais. Mas ( em circunstâncias normais ) esta diferença sem importância será facilmente eliminada pela própria atividade potencial ( autocracia ) do organismo vivo, e não é perceptível por pacientes que não são excessivamente delicados; o restabelecimento prossegue, apesar disso, em direção ao fim almejado da cura perfeita, se não for disso impedido pela ação de influências medicinais heterogêneas sobre o paciente por erros de hábitos de vida ou pela excitação das paixões. "  Samuel Hahnemann


Doenças Crônicas- Página 155- ano 1835

" Mas, se os sintomas são diferentes e nunca se apresentaram antes, ou jamais desta maneira e portanto são particulares a este medicamento não se devendo esperar pelos mesmos no processo da doença, porém insignificantes, a ação do medicamento não deve ser interrompida no momento presente. Sintomas assim freqüentemente desaparecem sem interromper a atividade benéfica do remédio; mas se forem de intensidade incômoda, não devem ser tolerados, num tal caso, são um sinal de que o medicamento antipsórico não foi escolhida de maneira correta. "   Samuel Hahnemann


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Referências bibliográficas:

- Doenças Crônicas- Segunda edição alemã ( Samuel Hahnemann ) Volume 1- ano de 1835. Traduzido pelo GEHSP  Benoit Mure- Quinta edição Brasileira, 1999.

- Organon da Arte de Curar- Quarta Edição brasileira, 2010- GEHSP. Original Alemão- Sexta Edição  publicada no ano de 1921, Samuel Hahnemann ( 1755- 1843 ).



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Para refletir: A importância da dose pequena no uso de medicamentos dinamizados. E sobre força medicamentosa.

Parágrafo 155- Organon Sexta Edição- Introdução escrita no ano de 1842.

 " E eu digo: sem qualquer perturbação considerável. Pois no emprego desde medicamento homeopático mais apropriado, somente os sintomas medicamentosos do remédio que correspondem aos sintomas da doença, são chamados a agir, os primeiros ocupando o lugar dos segundos ( mais fracos ) no organismo, isto é, nas sensações do princípio vital, e assim aniquilando-os por sobrepujarem; mas os outros sintomas do medicamento homeopático, que amiúde são muito numerosos, não sendo de forma alguma aplicáveis ao caso da doença em questão, não desempenham qualquer papel. O paciente, melhorando de hora em hora, não os sente, porque a dose pequeníssima necessária para o uso homeopático é demasiadamente fraca para produzir os outros sintomas do medicamento que não são homeopáticos ao caso, nas partes do corpo que se acham livres de doença e, conseqüentemente, só os sintomas homeopáticos podem agir nas partes do organismo que se acham muito irritadas e excitadas, pelos sintomas semelhantes do mal, de modo que o princípio vital doente possa sentir somente a doença medicinal semelhante, embora mais forte, pelo que se extingue a doença original. "   Samuel Hahnemann


Doenças Crônicas pág. 155- ano de 1835

" Mas, se estes sintomas originais agravados aparecem em dias subseqüentes ainda com a mesma força que no começo, ou inclusive com maior severidade, este é um sinal de que a dose deste remédio antipsórico, embora selecionado adequadamente de acordo com princípios homeopáticos, foi grande demais e deve ser percebido que por seu intermédio não será efetuada cura alguma; pois o medicamento em dose tão grande é capaz de determinar uma doença a qual, em certos aspectos, é similar a ele; face ao fato, porém, de que o medicamento em sua intensidade presente também se desdobra em seus outros sintomas os quais anulam a similaridade, ele produz uma doença crônica dissimilar em vez de uma similar e, de fato, uma mais severa e problemática, sem que por isso extinga a antiga doença original. 

  Isto será decidido durante os primeiros dezesseis, dezoito ou vinte dias de ação do medicamento que houver sido ministrado em dose grande demais... "   Samuel Hahnemann




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Referências bibliográficas:

- Doenças Crônicas- Segunda edição alemã ( Samuel Hahnemann ) Volume 1- ano de 1835. Traduzido pelo GEHSP  Benoit Mure- Quinta edição Brasileira, 1999.

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